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-11% Ir Para LojaA história por trás do nome dessa companheira: 'Meu nome é Flávia. Nasci em 1979, em Lavras, no interior de Minas Gerais. Desde cedo, minha vida foi marcada por desafios que me moldaram profundamente. Cresci em meio a agressões físicas e emocionais de um homem que acreditava ser meu pai — mas, mais tarde, descobri que era apenas meu pai de criação. Esse ambiente me fez sonhar em fugir dali, com a esperança de dar uma vida melhor para minha mãe e, quem sabe, para mim mesma. Desde criança, meu objetivo era simples: trabalhar em um escritório, longe da violência e da tristeza que me cercavam. Mas minha busca por segurança me levou, infelizmente, a uma série de relacionamentos abusivos. Aos 17 anos, tornei-me mãe solteira da minha primeira filha, Larissa, que hoje tem 28 anos. Pouco tempo depois, tive minha segunda filha, Lavínia, que hoje tem 24. Aos 21, casei-me acreditando ter encontrado, enfim, a tão sonhada estabilidade. No começo, meu marido parecia ser um homem gentil — mas, com o tempo, revelou-se possessivo e violento. Tivemos três filhos juntos: Hellian, Kamilly e Pedro. Foi um casamento marcado por abusos físicos e psicológicos, que culminou na descoberta de uma traição quando nosso filho caçula tinha apenas seis meses. Mesmo com as tentativas de separação, ele se recusava a me deixar ir. Minha vida se tornou insustentável. Ele usava nossos filhos como forma de me manipular, e eu me via presa em uma relação onde a violência fazia parte do cotidiano. Vivíamos todos em uma pequena casa, com apenas um quarto. O ponto de virada veio em uma sexta-feira de novembro de 2010. Uma vizinha me alertou para não voltar para casa — ele planejava me agredir mais uma vez. Naquele momento, senti o peso de anos de abuso e decidi: não volto mais. No dia seguinte, ele me ligou dizendo que eu não era mais bem-vinda em casa. Achei que, finalmente, ele aceitaria a separação. Mas aquilo foi só o início de uma nova fase de tormento. Ele e sua família, com a ajuda de um advogado, registraram um boletim de ocorrência alegando que eu havia abandonado meus filhos. Perdi a guarda das crianças. Fiquei sem casa, sem dinheiro, sem esperança. Trabalhei em farmácia, vivi de favor, enfrentei ameaças — queriam que eu assinasse a única coisa que tínhamos: um lote. Mas nada doía mais do que estar longe dos meus filhos. Pensei em desistir muitas vezes. Mas minha fé — e o amor por eles — me mantiveram de pé. Após 14 anos de luta, consegui reunir meus cinco filhos: Larissa, Lavínia, Hellian, Kamilly e Pedro. Hoje, carrego cicatrizes emocionais e físicas. Mas também carrego gratidão. Por ter superado. Por estar viva. Por poder, enfim, olhar para os meus filhos e dizer: eu consegui. Minha jornada foi dura — mas ela me tornou quem sou: uma mulher forte, resiliente e cheia de esperança.' *OBSERVAÇÁO: Cada companheira da House of Caju possui uma história exclusiva, portanto a história acima pertence a companheira desta foto, cada companheira adquirida virá com uma história diferente.

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